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Caminhoneiros enfrentam uma defasagem de 13,9% no valor do frete


Valor do diesel e a mão de obra devem pressionar em 2021





A defasagem do valor frete no setor de transportes rodoviários de cargas do Brasil terminou 2020 em 13,9%, mesmo patamar que era verificado no início do ciclo, em meio à pressão advinda principalmente dos custos com veículos e descontos dados durante a pandemia, disse nesta quinta-feira a associação NTC e Logística.





Segundo levantamento da associação, as empresas do setor promoveram reajuste médio negativo de 1,0% no valor do frete ao longo do ano passado, durante o qual a economia brasileira foi fortemente afetada pela pandemia de coronavírus.





Embora a maior parte das companhias pesquisadas tenha mantido estável o valor do frete em 2020, 30,8% delas concederam um desconto médio de 7,9%, justificando o resultado. Uma minoria reajustou o frete para cima, com alta média de 5,3%, de acordo com a NTC e Logística.





Ainda assim, o dado representa uma alteração de panorama frente ao primeiro semestre de 2020, quando mais da metade das empresas diziam conceder descontos face ao impacto da pandemia, o que resultava em um reajuste negativo de 4,7% à época.


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